![]() |
Quarta-feira, 8 de outubro de 2008 Santos do Dia: Artoldo de Belley (monge, bispo), Brígida da Suécia (viúva, fundadora), Evódio de Rouen (bispo), Pelágia de Antioquia (virgem, mártir), Simeão (personagem do Evangelho de Lucas, que tomou o menino Jesus nos braços), Taís do Egito (penitente). Primeira Leitura: Gálatas 2, 1-2.7-14 A oração de Jesus, por sua brevidade e conteúdo, não é uma estilizada forma ritual, mas uma maneira de iniciar a comunicação com o Pai, falando das coisas cotidianas. Com efeito, nela entram a preocupação pelo sustento e a confiança de que Deus o outorgará conforme nosso esforço. É uma oração que se pode fazer em qualquer momento e lugar; não é necessário ir para a igreja nem esperar as grandes festividades. É dirigida a um pai misericordioso que nunca se esquece de seus filhos e os ama. Um pai atento a cada uma das pessoas e, por sua vez, pendente de toda a comunidade que o invoca. É uma oração que clama para que o reino de justiça e igualdade se torne efetivo aqui e agora. Diante desse Pai não há já uma humanidade massiva, mas um povo composto de filhos, cada um com suas particularidades, com seus valores e seus tempos, pessoas débeis e confiantes, seres com sua própria identidade que buscam a Deus. A oração do Pai Nosso coloca Deus em primeiro lugar. O Reino de Deus produz uma grande mudança, e esta tem sua garantia em Deus, que "se santifica" e mostra seu poder, que como "abbá" é Deus para nós. Nas aspirações da comunidade cristã se reconhecem, por um lado, essa santidade inerente ao "santo nome de Deus" e, por outro, o modo concreto de sua ação na história humana. Clique aqui para ver esta página no site do Serviço Bíblico O Serviço Bíblico é contra a prática de SPAM. Você optou por receber nossos e-mails em seu cadastro. Caso não queira mais receber nossos e-mails, envie um e-mail para maciel@avemaria.com.br solicitando o cancelamento. |
![]() |

