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Domingo, 10 de fevereiro de 2008 Santos do Dia: Santa Escolástica (Virgem), Austreberta de Pavilly (abadessa), Baldegundes (abadessa de Sainte-Croix, Poitiers), Desiderato de Clermont (bispo), Erlufo de Werden (bispo, mártir), Guilherme de Maleval (eremita), Protádio de Besançon (bispo), Sálvio de Albelda (abade), Silvano de Terracina (bispo), Sotéria de Roma (virgem, mártir), Zótico, Irineu, Jacinto, Amâncio e Companheiros (um grupo de dez soldados, mártires de Roma). Primeira leitura: Gênesis 2,7-9; 3,1-7 O povo de Jesus esperava com ansiedade um enviado de Deus, um ungido, um mesiah que o tirasse de uma situação já insustentável para a maioria de seus integrantes: domínio estrangeiro, tirania interna, tanto política como religiosa e econômica. De imediato, muitas promessas, palavras de "consolo" e resignação por parte do sistema religioso, mas a situação era cada dia pior. Isso só poderia ser resolvido por Deus através de seu Enviado, de seu Ungido, que chegaria sem aviso, no meio de raios e trovões e num instante tudo resolveria. Expectativas desse tipo enchiam as esperanças do povo. E certamente, era num ambiente assim talvez no princípio assumido pelo próprio Jesus , que ele devia amadurecer sua vocação, sua opção de vida. Como levar adiante a tarefa messiânica da libertação do povo? Como revelar à sua gente a verdadeira imagem de um Deus que ama a todos, mas que tem predileção pelos pobres, humildes, simples; e como fazer ver a estes que a ordem das coisas daquele jeito injusto não correspondia ao que Deus queria para seus filhos? Se substituirmos o simbolismo dos 40 dias em que Jesus esteve em oração pelo tempo que chamamos de sua "vida oculta", e se assumirmos que também aqui o deserto é o símbolo da consciência, entenderemos que as tentações de Jesus não puderam ter sido somente essas três, definidas, além disso, de uma forma muito fácil e rápida, mas que foram muitas as dúvidas, as alternativas de facilitar as coisas (tentadoras) que terão ocorrido a Jesus para levar adiante sua missão. Ele decidiu, no meio dessas alternativas de facilitações, que levaria a cabo sua missão pelo caminho mais difícil , porém mais seguro. A instauração do reino seria para Jesus o eixo fundamental de sua messianidade; e isso não seria compatível com nenhum messianismo barato; o Messias teria de levar até o fim sua missão pelo caminho do sofrimento, incompreensão, dor, doação de cada dia, serviço constante. Clique aqui para ver esta página no site do Serviço Bíblico O Serviço Bíblico é contra a prática de SPAM. Você optou por receber nossos e-mails em seu cadastro. Caso não queira mais receber nossos e-mails, envie um e-mail para maciel@avemaria.com.br solicitando o cancelamento. |
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