![]() |
Terça-feira, dia 1o de janeiro de 2008 Outros Santos do Dia: Basílio d'Aix-en-Provence (bispo), Claro de Saint-Marcel (abade), Concórdio de Spoleto (presbítero, mártir), Eugênio de Condat (abade), Félix de Bourges (bispo), Fulgêncio de Ruspe (monge, bispo), Guilherme de Dijon (abade), José Maria Tommasi (cardeal), Justino de Chieti (bispo), Odilo de Cluny (abade), Pedro de Atroa (abade), Telêmaco (monge, mártir em Roma), Vicente Strambi (bispo de Macerata e Tolentino). Primeira leitura: Números 6,22-27 Liturgicamente hoje é a festa de "Santa Maria Mãe de Deus"; é também a oitava de Natal e, portanto, a lembrança da circuncisão de Jesus, celebração judaica na qual se impunha o nome aos meninos. Para o povo, esses três componentes da festividade litúrgica soam muito distantes, tanto na linguagem em que são expressos quanto no imaginário que evocam... Mas hoje é também o primeiro dia do ano civil, "ano-novo", e da Jornada Mundial pela Paz que, embora originalmente tenha sido uma iniciativa eclesiástica católica, foi muito bem recebida pela sociedade, gozando até de um certo status civil. Como se pode ver, há uma grande distância entre a comemoração litúrgica e os motivos "modernos" de celebração. Seguimos com as considerações sobre o evangelho da Solenidade de Santa Maria, mãe de Deus. Os pastores foram rapidamente e encontraram Maria, José e o menino deitado numa manjedoura. Ao vê-lo, contaram-lhes o que lhes tinham dito sobre o menino. E todos os que o ouviram se admiravam do que contavam os pastores. Mas Maria conservava e meditava tudo em seu coração. Os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto; tal como lhes tinham anunciado. Ao oitavo dia, na ocasião de circuncidar o menino, puseram-lhe o nome de Jesus, como o havia chamado o anjo antes de ser concebido. A entrada de Deus em nossa história é como um encontro entre a miséria do homem e a misericórdia de Deus. Desde o primeiro momento da encarnação, encontramos Jesus por sua mãe, a virgem Maria. E por isso celebramos hoje a maternidade divina de Maria, esse mistério grandioso do amor de Deus que quis tornar-se homem e compartilhar de nossa humanidade, para que, por sua graça, possamos fazer-nos semelhantes a ele. Tu, que farias e tivesses que escolhê-la? Creio que todos teríamos escolhido a que temos, enchendo-a de todas as graças. Isso mesmo fez Deus. E a fez formosa, pura, límpida de alma e corpo. É sua mãe, e nos convida a querê-la, respeitá-la, venerá-la; em resumo, se somos irmãos em Cristo, ela é nossa mãe. É necessário que estejamos convencidos de que Deus quis "rebaixar-se" até tomar forma humana para poder se aproximar mais da humanidade. Jesus, o Homem-Deus, nos anima a ter plena confiança nele e em seu Pai, a quem, nos ensina a chamar de abbá!, ou seja, papai! (Gálatas 4,7). Chamar a Deus de "papai" é como nos dizer que tenhamos confiança total nele, que nos quer como a seus filhos, cuida de nós e nos protege. Certamente, a filiação divina exige também a atitude conseqüente de que os seres humanos, e muito especialmente os cristãos, vivamos entre nós como irmãos. E é óbvio que o amem-se uns aos outros como amei vocês (João 15,11) está muito longe de ser realidade em nosso mundo, e inclusive muitas vezes dentro de nossa própria Igreja. Trabalhar para que se cumpra em todos os ambientes o plano de Deus para com a humanidade, há de ser conseqüência primordial de nossa filiação divina. Clique aqui para ver esta página no site do Serviço Bíblico O Serviço Bíblico é contra a prática de SPAM. Você optou por receber nossos e-mails em seu cadastro. Caso não queira mais receber nossos e-mails, envie um e-mail para maciel@avemaria.com.br solicitando o cancelamento. |
![]() |

